domingo, 17 de maio de 2009

Simulação de ataque terrorista em NY


Neste domingo (17), durante a manhã em Nova York, às 8h locais (9h de Brasília) começou o exercício de alerta à explosão terrorista no “Marco Zero”, onde se localizava o World Trade Center, que foi destruído pelos atentados ocorridos no dia 11 de Setembro de 2001.
Vários carros de bombeiros se encontravam no local, que estava praticamente deserto durante a manhã,já que as autoridades haviam avisado a população previamente sobre o exercício. Na entrada do túnel sob o Rio Hudson que liga Manhattan a Nova Jersey, dezenas de bombeiros se reuniram. As "bombas" explodiram às 8h01, 15 minutos depois dezenas de bombeiros munidos de máscaras de oxigênio começaram a entrar na estação situada sob o local, com diversos equipamentos e macas.
O túnel ficou enfumaçado para simular condições reais. O trem normalmente deveria estar transportando aproximadamente 700 pessoas, mas na realidade neste domingo de manhã apenas 150 estavam a bordo. O exercício, para o qual participaram cerca de 800 bombeiros e policiais, simula as conseqüências da explosão simultânea de duas bombas em um trem da linha ferroviária PATH,que parte do local onde ficavam as torres gêmeas em Manhattan.


Amanda Hirt

terça-feira, 5 de maio de 2009

Exercício militar assusta moradores em NY

Três aviões militares norte-americanos voaram em baixa altitude no último dia 27, perto de Nova York, provocando pânico entre os habitantes e a evacuação de vários escritórios. Através de seu porta-voz Jim Peters, A agência de aviação federal americana (FAA) esclareceu, que se tratava, na realidade, de um exercício autorizado, destinado a tirar fotos dos três aviões - um deles, o "reserva" do Air Force One, avião oficial do presidente Barack Obama. "O exercício não foi uma emergência e foi coordenado de antemão com a Força Aérea e as autoridades do Estado e da cidade", esclareceu Peters. A população não ficou nada satisfeita com as manobras. "Muito divertido, uma sessão de fotos sobre a qual ninguém estava inteirado", criticou Jurgens Bauer, operador financeiro cujo escritório está situado perto do "Marco Zero". "Eu estava aqui no 11 de setembro e vi milhares de pessoas morrendo. Não tem cabimento que façam exercícios sem nos avisar", comentou indignado.
Guilherme Brancher

sexta-feira, 24 de abril de 2009

PROBLEMAS NUCLEARES

Governo dos Estados Unidos promete tomar decisões mais drásticas se Irã não rever seus planos nucleares. Em reunião com o Comitê de Relações Exteriores Hillary Clinton explica que EUA pretende ficar de “olhos abertos” em relação aos próximos movimentos do Irã. Já que este tem demonstrado pleno interesse em produzir combustível nuclear para revenda em outros países, entre outras tecnologias nucleares.
A comunidade internacional, com os Estados Unidos e Israel à frente, acusam o Irã de criar programas nucleares com fins armamentícios. A possibilidade de negociação entre esses países é grande, apesar do Irã querer impor muitas vontades, o que é muito importante já que EUA e Irã romperam relações em 1980 graças a Revolução Islâmica.
Mas apesar de todos os esforços estarem voltados as negociações o governo dos Estados Unidos está se prevenindo e “preparando o terreno” para “sanções muito fortes” que Hillary afirmou talvez serem “necessárias caso nossos esforços fossem rechaçados, o processo não prosperasse ou não tivessem êxito.


Paula Elaine Giovanella

domingo, 12 de abril de 2009

’Nova Era’’

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, anunciou que a transparência e o respeito à lei serão os marcos de sua presidência e começou a assinar as primeiras ordens executivas, que tomam medidas nesse sentido. ‘’Nova Era’’ tem como objetivo principal manter uma comunicação sobre as decisões tomadas pelo governo ao povo.
"As medidas marcam o começo de uma nova era de transparência aos Estados Unidos, espero que façam algo para tornar este governo mais confiável para o povo americano nos dias, semanas, meses e anos que virão", disse Obama.
Para o presidente, por muito tempo existiram muitos segredos que não eram necessários. Pois os Estados Unidos sempre impediu que determinadas informações fossem divulgadas, mas isso não significa que isso fosse necessário com todos os assuntos.
O novo presidente anunciou também o congelamento dos salários dos funcionários que ganham mais de US$ 100 mil, Obama comentou que é necessário já que a crise econômica está fazendo com que famílias americanas ''apertem os cintos''.
Amanda Hirt

domingo, 29 de março de 2009

Neste domingo o presidente dos EUA, Barack Obama, declarou que enfrenta dificuldades ao que diz respeito ao Afeganistão, Paquistão e à organização terrorista Al-Qaeda. O presidente afirma que nao enviará tropas ao Paquistão, porém podem ser lançados ataques aéreos contra alvos inimigos. "Não mudei meu enfoque. Se tivermos um alvo de grande valor em nossa mira, depois de realizar consultas com o Paquistão, iremos atrás dele", diz Obama.

Descatando a hipótese de atacar o Paquistão e enfatizando reconhecimento do mesmo como um país soberano, o governo dos EUA afirma que precisa trabalhar com o Paquistão para combater a Al-Qaeda.

Já no que diz respeito sobre os planos de retirada das tropas militares no Iraque, Obama adimite que a retirada gradual através das eleiçoes no Iraque não seja a forma mais correta, acrescentando ainda que há muitos assuntos para se resolver na política, sobre o petróleo, eleições provinciais e ainda resolver diferenças entregrupos sectários. "Tenho confiança de que estamos na direção correta", encerra Barack Obama.






Postado por: Luane Stiehler

sábado, 14 de março de 2009

Explicação "coerente" é o que os EUA esperam da Bolívia

Thomas Shannon , secretário de Estado Americano assistente para a América Latina, disse que ainda aguarda por uma explicação sobre os motivos que levaram à expulsão do segundo secretário da Embaixada dos EUA em La Paz e outras medidas anteriores como a expulsão do embaixador e a suspensão da atividade da Agência Antidroga. "Precisamos de um diálogo diplomático pleno e de alta qualidade para criar um tipo de cooperação e colaboração que se ajuste às nossas necessidades", assinalou Shannon. Thomas disse que os Estados Unidos não receberam qualquer explicação que se possam considerar coerente e destacou que o Governo americano continuará dialogando com o Governo do presidente Evo Morales para tentar resolver as tensões e os temas que originaram o conflito. A expulsão de um diplomata americano, acusado de espionagem a mando da CIA, aconteceu seis meses depois de o Governo boliviano exigir a saída do país do embaixador americano, Philip Goldberg, também por supostamente conspirar com a oposição contra do presidente. Washington respondeu com a mesma medida, e expulsou o embaixador boliviano nos EUA e suspendeu os benefícios tarifários da Bolívia.


Guilherme Brancher

sábado, 7 de março de 2009

ERRO DE TRADUÇÃO FAZ HILLARY CLINTON PRESENTEAR CHACELER RUSSO COM “BOTÃO DE SOBRECARGA”.

Em uma reunião com ministro das Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov, a secretária de Estado americana Hillary Clinton entrega um presente. Um botão vermelho dentro de uma caixa, no qual deveria estar escrito em alfabeto cirílico “botão de reiniciar”, mas que por erro de tradução encontrava-se escrito “botão de sobrecarga”. O chanceler, brincando, corrigiu Hillary, que afirmou ter tido trabalho duro para traduzir a palavra.
Hillary disse que Estados Unidos buscam reiniciar (ou redefinir) suas relações com a Rússia, expressão utilizada por Joe Biden inicialmente, já que por tanto tempo foram países rivais, como por exemplo durante a Guerra Fria. Mas antes de encontrar-se com Lavrov, Hillary afirmou que essa cooperação com a Rússia não vai influenciar em nada o apoio que os EUA oferecem aos países do Leste da Europa (Geórgia e outros) na sua luta pela liberdade.

Paula Elaine Giovanella